O maior assalto do ano tem carimbo oficial!

O Impostômetro ultrapassou R$ 3 trilhões, mas a pergunta continua sem resposta: para onde vai todo esse dinheiro? Enquanto a arrecadação bate recordes, serviços essenciais permanecem precários e a máquina pública só cresce. O problema talvez nunca tenha sido falta de recursos, mas um sistema que expande gastos sem entregar resultados.

Comunista: O cérebro lavado que ainda acredita em paraíso de burocrata!

O comunismo continua sendo defendido apesar de um histórico marcado por pobreza, escassez e autoritarismo. Seus defensores prometem igualdade e justiça social, mas ignoram experiências que terminaram em crise e repressão. Este texto questiona as contradições da ideologia e o papel do Estado na concentração de poder.

A cada eleição, a mesma farsa!

Toda eleição parece uma chance de mudar o país. Políticos prometem transformação, eleitores depositam esperança nas urnas e o ciclo recomeça. Mas e se o problema não for quem ocupa o poder, e sim o tamanho do poder que qualquer vencedor recebe? Talvez a pergunta mais importante não seja em quem votar, mas o que ele poderá fazer depois.

Isenção para autistas: a esmola que o ladrão devolve

O IPVA e o ICMS mostram que o Estado não respeita propriedade: cobra todo ano por um bem já pago. A isenção para autismo vira favor burocrático, incentiva fraudes e mantém famílias reféns de laudos e formulários. No fim, o imposto não é contribuição, é coerção disfarçada de política pública.

Eufemismo: a Máscara do Poder

O Estado não governa só com força, mas com palavras que disfarçam violência em virtude. Roubo vira imposto, fraude vira política, assassinato vira defesa, agressão vira regulação. A linguagem mascara a coerção e molda o debate. Resistir começa chamando cada coisa pelo nome real.

Quem paga, controla!

O brasileiro desconfia de tudo, menos da TV. Jornalistas viram donos da verdade, mas emissoras dependem de concessões, lobby e dinheiro público. Escândalos diários distraem, enquanto a estrutura de poder segue intocada. O problema não é a notícia, é o sistema que molda o que você vê e acredita.

Todos os candidatos são cúmplices da coerção estatal

As eleições de 2026 já dividem famílias e amigos como se mudar o nome no Planalto fosse salvar o Brasil. Mas o verdadeiro problema não é o candidato, é o Estado: um sistema que cobra, impõe e nunca entrega. Enquanto torcidas defendem políticos como times, a máquina segue crescendo e roubando liberdade.

Viva o Ministério da Educação!

O Pisa 2025 expõe mais que notas ruins: revela décadas de arrecadação crescente sem resultados. Sete em cada dez jovens não atingem o básico em matemática, enquanto impostos e burocracias só aumentam. O Estado cobra mais, entrega menos e bloqueia alternativas. A pergunta inevitável: para onde foi todo esse dinheiro?

O assalto vem com recibo

Quatro chocolates. R$ 11,99 pagos. R$ 5,64 retirados à força pelo Estado, e ainda impressos no cupom como se fosse normal. Este comprovante não é só um recibo. É a prova documentada de um roubo institucionalizado que a maioria aceita em silêncio, fingindo que não vê, como se fosse apenas rotina.

A constituição é pior que papel higiênico

A Constituição não vale o papel em que foi impressa. É pior que papel higiênico. O Supremo Tribunal Federal não é um tribunal: é a máquina que transforma esse lixo em ordens e as impõe sobre milhões. O voto é uma farsa, o presidente é uma piada e o povo brasileiro, em sua maioria analfabeta funcional, continua amando o Estado como quem ama uma babá.